Projeto de Decoração – Ana Maria Bogar


Projeto de Decoração

Ana Maria Bogar

Santo André, SP

(11) 4991 5090

bogar@uol.com.br

À frente do escritório Design & Decoração, a designer de interiores Ana Maria Bogar se destaca por unir estilo, conforto e funcionalidade em seus projetos. Há 21 anos no mercado, sabe usar a criatividade para fugir do convencional utilizando, por exemplo, a linha reta como referência principal, sem cair em simetrias óbvias. Em seus trabalhos a coerência de intenções, volumes, cores e curvas proporcionam diversidade nas sensaçõese na atmosfera visual dos ambientes. É o que se observa neste moderno apartamento de um casal, onde priorizou-se a integração dos espaços.
Este apartamento de 90 m²foi totalmente adaptado eprojetado para atender o estilode vida de um jovem casal, apaixonado por tecnologia.
Um dos dormitórios foi eliminado para que a sala e o home office pudessem ser ampliados e integradoscom o espaço gourmet.
Ao utilizar acabamentos mais escuros e mobiliários entre as paredes, Ana Maria criou uma atmosfera agradável, aconchegante e equilibrada
A cozinha gourmet foi planeja para ser bem funcional, prática e com eletrodomésticos embutidos.
Na área íntima, um dos dormitórios menores foi integrado com a suíte evirou um closet.

Nessa junção, sobrou espaço para projetar dois banheiros; um para ele e um para ela. No feminino, destaque para o armário com espelho deslizante.

Iluminação em Neon


Iluminação em Neon

Iluminação em neon ganha status estético e se espalha por bares e baladas contribuindo com a pós-lei Cidade Limpa. Além de chamarem a atenção, valorizam a decoração criando fachadas muito mais atraentes. Um tanto kitsch e retrô, os letreiros em neon são feitos em tubos de vidro a uma temperatura de 350 graus e depois passam por um processo para ganhar cores diferentes. O metro linear do neon custa em média 25 reais mais o valor do projeto e os itens que irão ligar o letreiro.
Com tijolos e tesouras originais aparentes, destaca-se no bar Volt a iluminação de neon. O projeto de Eduardo Chalabi cria um ambiente aconchegante e o mobiliário do bar é quase todo composto por poltronas Charles e Ray Eames.

Iluminação em neon ganha status estético e se espalha por bares e baladas contribuindo com a pós-lei Cidade Limpa. Além de chamarem a atenção, valorizam a decoração criando fachadas muito mais atraentes. Um tanto kitsch e retrô, os letreiros em neon são feitos em tubos de vidro a uma temperatura de 350 graus e depois passam por um processo para ganhar cores diferentes. O metro linear do neon custa em média 25 reais mais o valor do projeto e os itens que irão ligar o letreiro.
Com tijolos e tesouras originais aparentes, destaca-se no bar Volt a iluminação de neon. O projeto de Eduardo Chalabi cria um ambiente aconchegante e o mobiliário do bar é quase todo composto por poltronas Charles e Ray Eames.
Em São Paulo, um empresário desenvolve fachadas e decorações de interiores em neon para lojas, bares e restaurantes. A iluminação em neon atrai clientes em ruas badaladas da capital paulista.

A iluminação chama a atenção de longe. Valoriza a decoração. E deixa as fachadas muito mais atraentes. Com letras diferentes e em cores vibrantes, o neon virou mania nas ruas da capital paulista. E está em todos os lugares: em bares, lojas ou hotéis.

Usar o neon para destacar o nome do estabelecimento foi um jeito encontrado pelo comércio para não se prejudicar com a lei da cidade limpa, em São Paulo. Em vigor há 4 anos, a lei limita o tamanho dos anúncios publicitários na fachada do prédio, de acordo a área do imóvel.

Um bar na zona leste, por exemplo, apostou na instalação de uma fachada em neon. O nome vai ganhar um projeto moderno, na cor azul. “O custo muito pequeno que você tem. Você tem um efeito muito grande, contribui pra cidade limpa (…) e a noite eu tenho o efeito que eu precisava”, afirma Luis Araujo, gerente do bar.

A iluminação em neon instalada no bar foi fabricada pela empresa de Edvar Ferreira Silva. O empresário faz a decoração de interiores e também das fachadas de estabelecimentos comerciais. O negócio começou há mais de 30 anos e virou referência no mercado. Hoje, faz grandes projetos para clientes de todo o país. “A pessoa hoje quer aparecer, o mercado está tão concorrido entre lojas e lojas que a pessoa quer ser diferente da mesmice que existia”, aponta Edvar Ferreira Silva, empresário.

A produção dos neons começa no computador, com o desenvolvimento do projeto. Depois, vai para a fabricação. Os letreiros são feitos com tubos de vidro, em diferentes espessuras. O processo acontece em um laboratório.

O empresário e três funcionários manipulam metros de vidros. A uma temperatura de 350 graus, os maçaricos dão formato às letras. No laboratório, as peças passam por um processo para ganhar cores diferentes.

De cada vidrinho é retirado todo oxigênio e injetado outro tipo de gás. Quando ele reage, com os eletrodos ligados, são formadas duas cores a azul e a vermelha, as preferidas pelos clientes.

Ainda é possível criar outras 13 cores. Para isso basta que o vidro já tenha uma base colorida dentro. Cada metro linear de neon sai por R$ 25. Mas, no preço final ainda são incluídos os custos do projeto e do transformador que liga o letreiro. Um dos mais vendidos chega a custar R$ 320. O faturamento da empresa chega a R$ 20 mil por mês.

Para montar uma pequena empresa de neon, o investimento gira em torno de R$ 25 mil. O importante, segundo o empresário, é escolher profissionais capacitados. “Se você não tiver um bom vidreiro, uma iluminadora, você pode ter o melhor laboratório do mundo, que o seu serviço não sai bem como tem que ser feito, com mão de obra especializada”, diz Ferreira Silva.

Em um bar, a iluminação está nos letreiros e nos desenhos. O neon está por toda parte: das paredes ao teto. Tudo para deixar o ambiente mais colorido. Um jeito que a casa encontrou para valorizar a decoração.

E mais: todas as peças também estão à venda. Quem quiser comprar, gasta na faixa de R$ 1,5 mil. Um valor alto, mas que paga o luxo de ter um exclusivo desenho em neon.

Para os clientes, a iluminação diferenciada dá um toque especial ao ambiente. “As pessoas ficavam intrigadas porque passavam na frente, paravam, e olhavam, é um bar, uma galeria? Na verdade são as duas coisas. É um bar que você pode vir comer, tomar um drink e as peças e os neons que estão na parede estão todas à venda”, diz Fábio Dias, gerente do bar.

http://acervodeinteriores.com.br/index.php/2011/09/18/iluminacao-em-neon/

Decoração – Casa arrumada


Casa arrumada
por Paula Perdiz

3 dicas práticas para deixar o seu lar mais organizado

Não existe nada mais desagradável do que uma casa desorganizada, não é mesmo? Parece que não há jeito certo de se acomodar para relaxar e a inquietação passa a ser presença constante no ambiente. Se você tenta manter a casa em ordem, mas não consegue organizar de forma efetiva as coisas dentro do seu lar, nós vamos te dar três dicas bastante simples que, se levadas à risca, irão facilitar e muito o seu dia a dia.

A regra básica de organização é manter cada coisa em seu lugar. Se você tem mania de chegar do trabalho e jogar a sua bolsa na primeira cadeira que vê pela frente para depois espalhar seus pertences pela casa, pode parar. Tornar os ambientes funcionais é um grande truque que vai te ajudar a achar qualquer coisa, até mesmo no escuro.

Organizar cada coisa em seu devido lugar e obedecer a ordem de disposição hierárquica. Ou seja, procure deixar os objetos que você usa com mais frequência em locais visíveis como prateleiras e bancadas, já os objetos menos usados procure guardar em armários ou gavetas. Isso mantém o ambiente mais arrumado e limpo, já que reduz o acúmulo de poeira. Para itens pequenos e médios, faça uso de caixas com divisórias e nomeie-as para facilitar na hora da procura.

Espalhe os itens de uso constante pela casa ou invés de concentrá-los em um único local. A probabilidade de você devolvê-las ao local de origem é mínima e, além disso, as chances de você bagunçar o local ainda mais quando precisar do objeto é ainda maior. Por exemplo, tesouras, canetas e bloquinhos de anotação, se você os tiver e apenas um local da casa, provavelmente vai usá-los para anotar algo e deixa-los em outro cômodo. Por isso, espalhe-os da melhor forma pela casa, separando-os por cor, formato ou tamanho, de acordo com a necessidade de cada ambiente.

Decoração – Mesa de apoio


Mesa de apoio
por Paula Perdiz

O detalhe que faz toda a diferença na decoração da sua casa

As mesas de apoio podem ser consideradas verdadeiros coringas na hora dedecorar a casa. Apesar de um pouco esquecida ultimamente, as mesinhas ainda são as melhores soluções para servir de apoio em lugares como salas, quartos ou ambientes de passagens, usando-o como objeto decorativo ou tendo função prática para facilitar a logística da casa na hora de guardar objetos como controles, cinzeiro e entre outros.

Excelentes companhias para sofás e poltronas, essas pequeninas mesas podem ser usadas em cantos da casa no qual não precisam necessariamente conversar com outros móveis. Um bom exemplo são as mesas usadas como ponto de luz que podem ser posicionadas em um canto da casa ou na entrada de corredores, hall, ou qualquer outro ambiente de passagem.

Para quem não abre mão de uma sala confortável, as mesas de apoio centrais, apesar de bastante conhecidas, ainda são os melhores recursos para deixar os objetos mais usados no ambiente próximo ao lugar de descanso, organizando a casa de maneira bastante funcional, além de dar um toque de elegância classuda a sua decoração. Agora, se a sua escolha for por mesas com tampo de vidro, opte sempre pelo vidro temperado, pois ele não estilhaça, o que evita a possibilidade de um acidente doméstico.

Para os mais descolados, uma opção bem interessante, principalmente em tempos em que a reciclagem está em alta, é reaproveitar objetos usados em outros ambientes e transformá-los em mesa. Uma mesa de máquina de costura pode virar uma mesa de canto, uma mini-geladeira quebrada pode virar um criado-mudo com direito a lugar para guardar os objetos que não quer deixa a mostra, usar banquetas de diferentes tamanhos para servir como pontos de luz, entre milhares de outras ideias. Basta usar a sua imaginação e pronto!

Veja 8 dicas para quem vai decorar a casa pela primeira vez


Veja 8 dicas para quem vai decorar a casa pela primeira vez

Conseguiu finalmente comprar ou alugar uma casa pela primeira vez? Então, com certeza, já ficou com a cabeça cheia de dúvidas sobre como decorá-la. Para facilitar o processo, confira abaixo oito dicas da gerente sênior de Moda e Casa da Disney, Carla Bowden, listadas pelo site Female First. Aos que gostam de tendência, a profissional ressaltou que, neste ano, deve continuar em alta o estilo retrô.
1 – Permaneça aberto a novas ideias ao longo do caminho. Não se sinta obrigado a seguir os planos iniciais;
2 – Se vir uma peça e se encantar por ela, compre-a. Às vezes, um item bacana pode inspirar o design do ambiente todo;
3 – Vale ser ousado na hora de escolher as cores, sem se esquecer do bom-senso. A sala-de-estar da profissional, por exemplo, tem preto, dourado e creme, com detalhes em vermelho;
4 – Se a casa for alugada, é possível ser criativo. Que tal papel de parede ou adesivos?
5 – Inspire-se em revistas, exposições, restaurantes, hotéis, spas. Tudo pode trazer referências interessantes;
6 – Faça a decoração de um cômodo por vez. Caso contrário, não se diverte e se sente sobrecarregado;
7 – Com os planos em mente, vá às compras. Mas controle o impulso. Adquira o que realmente for necessário e se enquadra no projeto;
8 – Lembre-se que a decoração nunca termina. Sempre é possível mudar a cara do ambiente ou complementá-lo com uma peça nova ou uma modificação simples.

1 – Permaneça aberto a novas ideias ao longo do caminho. Não se sinta obrigado a seguir os planos iniciais
Foto: Getty Images

2 – Se vir uma peça e se encantar por ela, compre-a. Às vezes, um item bacana pode inspirar o design do ambiente todo
Foto: Getty Images

4 – Se a casa for alugada, é possível ser criativo. Que tal papel de parede ou adesivos?

5 – Inspire-se em revistas, exposições, restaurantes, hotéis, spas. Tudo pode trazer referências interessantes
Foto: Getty Images
Getty Images

6 – Faça a decoração de um cômodo por vez. Caso contrário, não se diverte e se sente sobrecarregado
Foto: Getty Images

7 – Com os planos em mente, vá às compras. Mas controle o impulso. Adquira o que realmente for necessário e se enquadra no projeto
Foto: Getty Images

8 – Lembre-se que a decoração nunca termina. Sempre é possível mudar a cara do ambiente ou complementá-lo com uma peça nova ou uma modificação simples
Foto: Getty Images

Dê mais vida à sua casa com flores


Dê mais vida à sua casa com flores

Os arranjos dão cor e perfume, tornando o ambiente mais leve

Para combinar as flores no arranjo, você pode escolher uma cor e misturar flores de tons diferentes, como as flores do arranjo da florista Liana Glingani


Um vaso de flores pode parecer pouco, mas mexe com o astral de uma casa. Colocado no hall, dá as boas vindas aos convidados. Ao lado do sofá, exala um perfume que toma suavemente a sala. Elas constituem uma maneira simples e acessível de decorar, e podem ser o toque que faltava para deixar seu ambiente mais alegre.
“Uma casa com flores mostra que a sua dona tem cuidado com o lugar onde vive. Elas dão alma à casa e bem estar a você”, diz a florista Lúcia Milan, do ateliê Aparecida Helena Leme & Lucia Milan.
Montar o primeiro vaso não é complicado. Para começar, escolha entre flores cortadas no caule ou plantadas em vasos. Na terra, elas podem de duas a quatro semanas. Cortadas, têm um tempo de vida menor, mas podem ser misturadas em arranjos. Algumas espécies duram mais, como o lírio, a rosa, o cravo e as flores do campo. “As miúdas e delicadas vivem um pouco menos, como os jasmins e as gardênias”, diz Lúcia.
Para escolher a espécie, vale a pena se informar. “É sempre bom perguntar ao vendedor sobre a quantidade de luz e água que a planta necessita, pois isso varia muito”, diz a florista Helena Lunardelli, de São Paulo.
As cores podem orientar a combinação dos arranjos. Escolhendo uma, misture duas ou três flores de tons diferentes. Liana Glingani, florista de São Paulo, também aconselha a harmonia entre as espécies para evitar o estranhamento. “Se você escolher as do campo, continue com espécies do campo. Se usar tropicais, use todas tropicais.” Manter um padrão ajuda a evitar erros para quem está começando.
Folhas também são importantes, pois o verde dá uma base para o colorido. “Na hora de montar o arranjo, comece com a folhagem e depois vá pincelando com flores. Isso permite uma visualização melhor”, diz Helena. Ela também aconselha tirar as folhas do caule, pois além de poluir o visual, quanto mais estiverem em contato com a água, mais bactérias serão produzidas e a flor durará menos.
E mesmo com flores plantadas em vasos, é possível fazer um arranjo. “Você pode montar uma composição com vasinhos dentro de um cesto. Dá para fazer um cesto cheio de pimentinhas ou bromélias”, recomenda Liana.
O recipiente onde será posta a flor ou o arranjo pode ser um vaso comum ou qualquer outro acessório que acomode a planta com água: um bule, uma cesta de frutas, leiteira ou uma garrafa de vidro.
Liana lembra que a decoração do resto do ambiente não pode ser esquecida. “Se há mais itens contemporâneos, escolha um vaso contemporâneo, de linhas retas, ou quadrado ou cilíndrico. Mas uma peça que sempre se adéqua é o vaso de vidro.” Com os vasos de vidro, é preciso manter a água e o cabo da flor sempre limpos.
Os arranjos e vasos podem ser postos em todos os cômodos da casa, não há limitações. Mas as floristas chamam atenção para alguns cuidados. Na mesa de jantar, as muito perfumadas, como o lírio, podem incomodar, pois seu cheiro se misturaria ao da comida. Em quartos também é bom moderar na quantidade. “Evito arranjos muito grandes, ou com cheiro forte, como o lírio”, diz Lúcia.
“A flor mexe com a auto estima, faz muito bem. Quem não tem o costume de tê-las por perto deveria experimentar”, diz Helena.

Cássia Kuriyama, da PrimaPagina
Especial para o Terra

Salas da Casa Cor 2011


Salas da Casa Cor 2011

TV voltou para sala nestes oito ambientes de Casa CorQuem não tem espaço para home theater em casa precisa colocar a televisão na sala. Os profissionais abaixo pensaram nisso.
Quem não tem espaço para home theater em casa precisa colocar a televisão na sala. Os profissionais abaixo pensaram nisso.
Os televisores já tiveram seus altos e baixos. Logo que chegaram ao Brasil, em 1950, eram exibidos com orgulho na sala de estar. Depois, à medida que se popularizaram, perderam o glamour e foram relegados aos quartos, cozinhas e saletas temática. Hoje, a tecnologia das telas finas e gigantes faz com que eles retornem ao ambiente mais nobre da casa. Mas, para usufruir a programação com conforto, há certos cuidados a serem tomados. Veja neste capítulo projetos que acolhem o equipamento de um jeito atual e eficiente.

Ricardo Lima

Programação em dia – Para espairecer depois do trabalho, a engenheira idealizada pela designer de interiores Fátima Lima, de Goiás, gosta de acompanhar os telejornais e filmes na TV. O projeto, então, priorizou esse prazer. Na sala, um aconchegante sofá francês de linhão foi disposto em frente à tela de LCD. “Repare que ele é mais baixo que os convencionais, ideal para relaxar por horas acompanhando a programação”, explica Fátima. O equipamento ganhou a companhia de um belo painel de freijó e de um móvel baixo de 5 m de comprimento, laqueado de vermelho. Um tapete de fios de seda e algodão aquece o piso de porcelanato.</

TV em movimento – A estante de MDF desenhada pela arquiteta Ana Maria Miller, de Goiás, tem segredo. O painel de vidro com película preta que embute a TV é corrediço, levando a imagem ao longo do móvel. O recurso faz com que em qualquer lugar que se sente no sofá de couro acamurçado, de 5 m de comprimento, se possa sempre ficar de frente para a tela. A profissional também caprichou na acústica: usou um revestimento de fibra de bambu industrializada que, graças ao formato ondulado, garante alta qualidade sonora à sala. Na janela, a cortina de voal metalizado filtra a claridade do dia. Tapete macio de cetim com seda

A favor do convívio – Materiais naturais e cores tranquilas caracterizam a decoração desta sala assinada pela engenheira Rosane Hinnah, do Rio Grande do Sul. Couro do tipo camurça lezard forra as poltronas; linho cru reveste o sofá e madeira goiaba compõe móveis e detalhes da arquitetura. A TV tem como pano de fundo um painel montado com filetes de mármore travertino. Por causa da lareira de mármore crema-paraná, as pedras foram assentadas sobre lã de vidro. Todas as obras do ambiente são da artista gaúcha Carmem Medeiros, a homenageada do espaço. “É um lugar para as pessoas se sentirem aconchegadas”, argumenta Rosane

O charme das telas finas – Hoje, os novos e finos modelos de TV são pendurados como um quadro, sem interferir na decoração. A designer de interiores Doriselma Mariotto, de Goiás, explorou a tendência e localizou o aparelho na parede revestida de espelho. “A tecnologia também investiu no design. Não tem sentido escondê-la em armários”, diz ela. Integrada ao quarto por meio do painel corrediço de lâminas de freijó, a sala recebeu sofá de veludo, poltronas de linho e móveis de madeira laqueada brilhante. Sobre o piso de porcelanato, tapete de náilon com desenho em duas alturas. Luminária Pallucco, criada em 1907 por Mariano Fortuny.

Projeto autoral – A arquiteta Chris Padilha, do Rio Grande do Sul, criou uma sala seguindo seu gosto pessoal. “Tudo aqui foi ditado por minha personalidade e necessidades. Gosto de assistir TV num sofá confortável, em que posso relaxar de corpo inteiro. Por isso, escolhi este modelo de seda rústica de 2,40 m de comprimento, com chaise longue acoplada”, descreve a profissional. Como para ela um móvel deve ter visual dinâmico, a estante da TV é composta de painel de laminado de madeira, prateleiras de vidro 15 mm e nichos e gavetas de laca brilhante. Quebrando a frieza dos revestimentos claros, surge a parede azul.

Equação de bom gosto – Para chegar ao resultado desta decoração, Angélica Araújo, de Minas Gerais, somou móveis versáteis, tecidos naturais e revestimentos práticos. Assim, o sofá é de algodão e as poltronas, desenhadas por ela, levam couro e linho. Repare que as que estão de costas são giratórias: “É para que funcionem tanto na conversa quanto para assistir TV”, diz a arquiteta. O aparador baixo, com interior de madeira noce canaletto e exterior de laca fosca, é formado por quatro módulos, que podem ser deslocados quando se quiser mudar o visual do ambiente.

Distribuição livre – Os sofás de couro demarcam as laterais do espaço, mas as poltronas de estrutura cromada e tramado de couro cortado a laser têm disposição solta, possibilitando a liberdade de mudá-las de lugar, garantindo assim novas configurações ao ambiente. “Criei um lounge descontraído, apto a receber desde um casal até um grupo grande de amigos”, explica o arquiteto Ney Lima, de Brasília. O painel de laminado melamínico preto faz pano de fundo para o telão retrátil de 100 polegadas. Paredes e piso de mármore bege-bahia rústico.

No mundo do faz de conta – Inspiradas no filme Alice no País das Maravilhas, do cineasta Tim Burton, as designers de interiores Fátima Mesquita, Regina Amaral e Márcia Albieri, de Goiás, apresentam uma sala divertida, com bom investimento em tecnologia. No telão automático, controlado por iPad ou voz, é possível assistir a filmes e shows em 3D e em Full HD. Azul, roxo, turquesa e prateado compõem o sofá de couro ecológico, as mesas de centro, os nichos laqueados e o tapete de náilon, desenhado pelo trio. A parede de tijolinhos é um lançamento cimentício, com placas de 30 x 30 cm que imitam peças de demolição. Piso de PVC.</