LEI Nº 12.605, de 03/4/2012


LEI Nº 12.605, de 03/4/2012

GENTE,   PENSEI ATÉ QUE FOSSE UMA PIADA…..MAS É A PURA VERDADE!!!!!!!
E O LATIM, COMO FICA? QUE DEU ORIGEM AO NOSSO IDIOMA?
E AS MEDIDAS E LEIS VÃO PASSANDO E O POVO TENDO QUE ACEITAR, SEM FORÇA NENHUMA PARA VETAR!!!
Agora é oficial! Não sei se choro ou rolo de rir….pois vou ter que ir ao ao geriatro que,  pirado com o nome,
vai indicar um fisioterapeuto  ou um massagisto. O psiquiatro  vai dar um nó no juízo lidando com  uma  atendenta  ou um recepcionisto. O que vão pensar os juristos,  suas assistentas e seus assistentos dessa lei? Assim essa lei mata o português.
    LEI FEDERAL DETERMINA EMPREGO OBRIGATÓRIO DA FLEXÃO DE GÊNERO PARA NOMEAR PROFISSÃO OU GRAU DE DIPLOMA

        Leia no final desta mensagem o texto integral da Lei nº 12.605, de 03 de abril de 2012, sancionada pela (agora Presidenta – e não Presidente)

A partir de 03 de abril de 2012 acabou a moleza. Quem relutava, se negava ou criticava o pedido meigo de Dilma ser tratada como presidentA, pode prepare-se para não ser pego fora da lei. No último dia 3 de Abril, a presidentA sancionou a Lei 12.605/12. Pra quem ainda duvida, está lá no site da PresidentA. A lei determina a obrigação da flexão de gênero em profissões. Ou seja, agora é presidentA, gerentA, pilotA, etc…

Vou aproveitar para exigir que eu seja tratado a partir de agora como jornalistO, dentistO, motoristO, etc..

Só no Brasil………………….

Pergunto se alguém sabe se senador, deputado e vereador continuam como vigaristA ou muda pra vigaristO?

P.S.:  HOJE EU VOU AO OCULISTO, DEPOIS DE PASSAR NO DENTISTO, E VOU COM UM MOTORISTO QUE JÁ FOI UM MAQUINISTO,

Desculpem, mas depois dessa, não resisti ser um humoristO.

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI Nº 12.605, DE 3 DE ABRIL DE 2012.

Determina o emprego obrigatório da flexão de gênero para nomear profissão ou grau em diplomas.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o  As instituições de ensino públicas e privadas expedirão diplomas e certificados com a flexão de gênero correspondente ao sexo da pessoa diplomada, ao designar a profissão e o grau obtido.

Art. 2o  As pessoas já diplomadas poderão requerer das instituições referidas no art. 1oa reemissão gratuita dos diplomas, com a devida correção, segundo regulamento do respectivo sistema de ensino.

Art. 3o  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília,  3  de  abril  de 2012; 191o da Independência e 124o da República.

DILMA ROUSSEFF Aloizio Mercadante Eleonora Menicucci de Oliveira

Este texto não substitui o publicado no DOU de 4.4.2012

Se escola fosse estádio e educação fosse Copa, por Jorge Portugal


Se escola fosse estádio e educação fosse Copa, por Jorge Portugal

Passei, nesses últimos dias, meu olhar pelo noticiário nacional e não dá outra: copa do mundo, construção de estádios, ampliação de aeroportos, modernização dos meios de transportes, um frenesi em torno do tema que domina mentes e corações de dez entre dez brasileiros.
Há semanas, o todo-poderoso do futebol mundial ousou desconfiar de nossa capacidade de entregar o “circo da copa” em tempo hábil para a realização do evento, e deve ter recebido pancada de todos os lados pois, imediatamente, retratou-se e até elogiou publicamente o ritmo das obras.
Fiquei pensando: já imaginaram se um terço desse vigor cívico-esportivo fosse canalizado para melhorar nosso ensino público? É… pois se todo mundo acha que reside aí nossa falha fundamental, nosso pecado social de fundo, que compromete todo o futuro e a própria sustentabilidade de nossa condição de BRIC, por que não um esforço nacional pela educação pública de qualidade igual ao que despendemos para preparar a Copa do Mundo?
E olhe que nem precisaria ser tanto! Lembrei-me, incontinenti, que o educador Cristovam Buarque, ex-ministro da Educação e hoje senador da República, encaminhou ao Senado dois projetos com o condão de fazer as coisas nessa área ganharem velocidade de lebre: um deles prevê simplesmente a federalização do ensino público, ou seja, nosso ensino básico passaria a ser responsabilidade da União, com professores, coordenadores e corpo administrativo tendo seus planos de carreira e recebendo salários compatíveis com os de funcionários do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal. Que tal? Não é valorizar essa classe estratégica ao nosso crescimento o desejo de todos que amamos o Brasil? O projeto está lá… parado, quieto, na gaveta de algum relator.
O outro projeto, do mesmo Cristovam, é uma verdadeira “bomba do bem”. Leiam com atenção: ele, o projeto, prevê que “daqui a sete anos, todos os detentores de cargo público, do vereador ao presidente da República serão obrigados a matricular seus filhos na rede pública de ensino”. E então? Já imaginaram o esforço que deputados (estaduais e federais), senadores e governadores não fariam para melhorar nossas escolas, sabendo que seus filhos, netos, iriam estudar nelas daqui a sete anos? Pois bem, esse projeto está adormecido na gaveta do senador Antônio Carlos Valladares, de Sergipe, seu relator. E não anda. E ninguém sabe dele.

Desafio ao leitor: você é capaz de, daí do seu conforto, concordando com os projetos, pegar o seu computador e passar um e-mail para o senador Valadares (antoniocarlosvaladares@senador.gov.br) pedindo que ele desengavete essa “bomba do bem”? É um ato cívico simples. Pela educação. Porque pela Copa já estamos fazendo muito mais.

Jorge Portugal é educador, poeta e apresentador de TV. Idealizou e apresenta o programa “Tô Sabendo”, da TV Brasil.
Fonte: Terra Magazine
Tags: por Jorge Portugal, Se escola fosse estádio e educação fosse Copa

BURRO, PORÉM FELIZ


BURRO, PORÉM FELIZ
Hugo Leal
hugoleal@mayte.us

Senhores psicopatas, agora é no mata-mata: sem medo de ser feliz, aprendiz sem professores que compreende os fulgores de ser pateta e fugaz, um completo incompetente, desanimado e sem gás.

Pelo fato de ser burro, empurro meio no murro os valores que a vida traz, mandando que Dom Casmurro enfie todos atrás, brincando com os horrores daquilo que o tempo faz.

No campo dos meus humores, todos os seres são atores gerados por Satanás, um velho cheio de dores, preocupado com rumores, tumores de cor lilás – algumas vezes sem cores -, causadores de tremores e enormes dissabores aos milhões de seguidores do famoso Barrabás, ladrão sem muitos pudores, brindado pelos favores de vinte governadores, insignes predadores do time dos marajás.

Não há mais chance pro mundo, tudo está em caos profundo, onde só um vagabundo consegue se harmonizar.
Foi o que disse Raimundo, iracundo e furibundo, para explicar o que há com um povo moribundo que se recusa a lutar, se borra todo de medo mas não pára de berrar que aqui só tem bandido, que está tudo perdido, vendido e corrompido dos pampas ao Amapá, com piratas diplomados, de alvará e crachá, ocupando cada Estado, comendo todo o fubá, deixando quem não tem posse com uma fome danada, sem direito mesmo a nada, nem um osso pra chupar.

Até vacina de gripe temos que verificar, pois pode ser que na equipe haja alguém que, pra lucrar, falsifique a assinatura ou aumente na fatura o preço que vai pagar ou compre um mau remédio para que venha custar um preço bem irrisório, difícil de acreditar, guardando no próprio bolso o dinheiro que ficar, sem se lixar com o que isso possa vir a provocar caso alguém se constipe depois de se vacinar e a coisa então complique na hora de se tratar porque o doutor deu um aplique no plantão hospitalar já que tinha um piquenique e não queria faltar, porque iria gente chique, que podia lhe pagar o preço de uma consulta, no caso particular.

Escola então nem lhes digo, é impossível falar sem mencionar o perigo que está pairando no ar, passando quem nada sabe somente pra maquiar a estatística do MEC, especialista em sonhar, fazendo salamaleque sem educar o moleque, só vendo o tempo rolar, colocando o pobre em xeque, impedido de pensar, uma mentira gigante que um dia vai desmontar, tal e qual um calhambeque que de há muito está sem breque e que o cara de pileque não consegue controlar.

E olha eu novamente, neste planeta doente, de mente e corpo presente na confusão dos dementes, malucos, impertinentes e deficientes morais.

Igualzinho antigamente, quando o Novo Continente era um delírio e meu pai, imigrante da Lemúria, vivia em grande penúria, como membro da Centúria e depois seu capataz.

Mas nunca gemeu lamúrias nem jamais o vi em fúria apesar de ser um homem extremamente capaz, porém não reconhecido, o que acho imerecido, por ele saber demais.

Uma história que agora se repete, infelizmente, não com meu pai de hoje, mas com o pai de muita gente.

Fazer o que? Sigo em frente, persistente, afinal não sou gambá pra fugir de Itajubá quando a coisa fica quente.

Isso é o que é já. Amanhã ainda não veio. Poderá ser diferente se eu não pisar no freio, sem pisar feio na jaca e sem ninguém entrar no meio.

Se não der, tento de novo. Se um dia é do ovo… Bom, o outro é da galinha. E o jacu que comeu pedra bem sabia o cu que tinha.

Hugo Leal(hugoleal@mayte.us)