Iluminação em Neon


Iluminação em Neon

Iluminação em neon ganha status estético e se espalha por bares e baladas contribuindo com a pós-lei Cidade Limpa. Além de chamarem a atenção, valorizam a decoração criando fachadas muito mais atraentes. Um tanto kitsch e retrô, os letreiros em neon são feitos em tubos de vidro a uma temperatura de 350 graus e depois passam por um processo para ganhar cores diferentes. O metro linear do neon custa em média 25 reais mais o valor do projeto e os itens que irão ligar o letreiro.
Com tijolos e tesouras originais aparentes, destaca-se no bar Volt a iluminação de neon. O projeto de Eduardo Chalabi cria um ambiente aconchegante e o mobiliário do bar é quase todo composto por poltronas Charles e Ray Eames.

Iluminação em neon ganha status estético e se espalha por bares e baladas contribuindo com a pós-lei Cidade Limpa. Além de chamarem a atenção, valorizam a decoração criando fachadas muito mais atraentes. Um tanto kitsch e retrô, os letreiros em neon são feitos em tubos de vidro a uma temperatura de 350 graus e depois passam por um processo para ganhar cores diferentes. O metro linear do neon custa em média 25 reais mais o valor do projeto e os itens que irão ligar o letreiro.
Com tijolos e tesouras originais aparentes, destaca-se no bar Volt a iluminação de neon. O projeto de Eduardo Chalabi cria um ambiente aconchegante e o mobiliário do bar é quase todo composto por poltronas Charles e Ray Eames.
Em São Paulo, um empresário desenvolve fachadas e decorações de interiores em neon para lojas, bares e restaurantes. A iluminação em neon atrai clientes em ruas badaladas da capital paulista.

A iluminação chama a atenção de longe. Valoriza a decoração. E deixa as fachadas muito mais atraentes. Com letras diferentes e em cores vibrantes, o neon virou mania nas ruas da capital paulista. E está em todos os lugares: em bares, lojas ou hotéis.

Usar o neon para destacar o nome do estabelecimento foi um jeito encontrado pelo comércio para não se prejudicar com a lei da cidade limpa, em São Paulo. Em vigor há 4 anos, a lei limita o tamanho dos anúncios publicitários na fachada do prédio, de acordo a área do imóvel.

Um bar na zona leste, por exemplo, apostou na instalação de uma fachada em neon. O nome vai ganhar um projeto moderno, na cor azul. “O custo muito pequeno que você tem. Você tem um efeito muito grande, contribui pra cidade limpa (…) e a noite eu tenho o efeito que eu precisava”, afirma Luis Araujo, gerente do bar.

A iluminação em neon instalada no bar foi fabricada pela empresa de Edvar Ferreira Silva. O empresário faz a decoração de interiores e também das fachadas de estabelecimentos comerciais. O negócio começou há mais de 30 anos e virou referência no mercado. Hoje, faz grandes projetos para clientes de todo o país. “A pessoa hoje quer aparecer, o mercado está tão concorrido entre lojas e lojas que a pessoa quer ser diferente da mesmice que existia”, aponta Edvar Ferreira Silva, empresário.

A produção dos neons começa no computador, com o desenvolvimento do projeto. Depois, vai para a fabricação. Os letreiros são feitos com tubos de vidro, em diferentes espessuras. O processo acontece em um laboratório.

O empresário e três funcionários manipulam metros de vidros. A uma temperatura de 350 graus, os maçaricos dão formato às letras. No laboratório, as peças passam por um processo para ganhar cores diferentes.

De cada vidrinho é retirado todo oxigênio e injetado outro tipo de gás. Quando ele reage, com os eletrodos ligados, são formadas duas cores a azul e a vermelha, as preferidas pelos clientes.

Ainda é possível criar outras 13 cores. Para isso basta que o vidro já tenha uma base colorida dentro. Cada metro linear de neon sai por R$ 25. Mas, no preço final ainda são incluídos os custos do projeto e do transformador que liga o letreiro. Um dos mais vendidos chega a custar R$ 320. O faturamento da empresa chega a R$ 20 mil por mês.

Para montar uma pequena empresa de neon, o investimento gira em torno de R$ 25 mil. O importante, segundo o empresário, é escolher profissionais capacitados. “Se você não tiver um bom vidreiro, uma iluminadora, você pode ter o melhor laboratório do mundo, que o seu serviço não sai bem como tem que ser feito, com mão de obra especializada”, diz Ferreira Silva.

Em um bar, a iluminação está nos letreiros e nos desenhos. O neon está por toda parte: das paredes ao teto. Tudo para deixar o ambiente mais colorido. Um jeito que a casa encontrou para valorizar a decoração.

E mais: todas as peças também estão à venda. Quem quiser comprar, gasta na faixa de R$ 1,5 mil. Um valor alto, mas que paga o luxo de ter um exclusivo desenho em neon.

Para os clientes, a iluminação diferenciada dá um toque especial ao ambiente. “As pessoas ficavam intrigadas porque passavam na frente, paravam, e olhavam, é um bar, uma galeria? Na verdade são as duas coisas. É um bar que você pode vir comer, tomar um drink e as peças e os neons que estão na parede estão todas à venda”, diz Fábio Dias, gerente do bar.

http://acervodeinteriores.com.br/index.php/2011/09/18/iluminacao-em-neon/

Anúncios

27 Soluções em Gesso


27 Soluções em Gesso

A reforma deste espaço tinha a intenção principalmente de clarear a cozinha, que recebia pouca luz natural através do prisma interno do prédio. Para tanto, fez-se a abertura para um passa-pratos, que facilitou a comunicação com a sala, cuja área de refeições é delimitada pelo rebaixo de gesso do teto. O painel de MDF revestido de freijó, ao qual se prende a mesa de jantar, se alinha a esse rebaixo, que embute a iluminação. Projeto de Ricardo Melo.


Os donos desta cobertura ganharam uma sala de TV de 14 m² depois da reforma que abriu todo o vão embaixo da escada e recuou a parede oposta em direção a um dos quartos. Além disso, a área, que ficou mais aberta e arejada, recebeu um rebaixo de gesso: o rasgo no forro embute a agradável iluminação indireta. Projeto de Beto Najman e Evelyn Steinberg, da BE Arquitetura.


Na reforma, este banheiro de 4,50 m² ganhou mais espaço: ele foi fechado com porta de correr e trocou-se a posição do vaso, o que abriu espaço para a banheira. Outra providência foi criar, junto ao rebaixo de gesso, um nicho de 2,64 m de extensão para embutir uma mangueira de luz, de uma parede à outra. A iluminação indireta embelezou o projeto e ainda escondeu uma viga que não poderia ser removida. Projeto de Simone Jazbik.


O dente desta sala de 46 m² norteou uma reforma que promoveu mudanças no uso do ambiente. Antes sem função, agora ele dá lugar a uma estante multifuncional: embute a TV, o bar e também um aparador. Com isso, a sala de estar foi deslocada para o trecho junto à janela. Nivelou-se o rebaixo de gesso do teto para recortá-lo e criar rasgos para a iluminação: a luz diferenciada permite evidenciar melhor a divisão do espaço. A última etapa consistiu da instalação das lâmpadas de xenon, embutidas nos nichos e nas vitrines. Projeto de Beatrice Goldfeld.


Neste projeto, o gesso não apenas embute a iluminação indireta, proporcionando aconchego ao ambiente, como também abriga o trilho das portas de correr que comunicam o quarto de casal e o banheiro. As folhas, com acabamento de laca fosca, possuem delicados frisos na horizontal e puxadores entalhados na própria madeira. Projeto de Carmen Zaccaro e Marise Kessel.
Neste projeto, o gesso não apenas embute a iluminação indireta, proporcionando aconchego ao ambiente, como também abriga o trilho das portas de correr que comunicam o quarto de casal e o banheiro. As folhas, com acabamento de laca fosca, possuem delicados frisos na horizontal e puxadores entalhados na própria madeira. Projeto de Carmen Zaccaro e Marise Kessel.


Para ampliar a sala de estar deste apartamento, derrubou-se a parede que a separava de um antigo escritório, abrindo espaço para um home theater de 18 m². Um rasgo ao longo do forro de gesso embute os trilhos superiores de alumínio, escondendo as ferragens dos quatro painéis de freijó laqueado de branco que integram os ambientes quando abertos. Na parte interna, luminárias com lâmpadas minidicroicas, embutidas no rebaixo, realçam os brises quando acesas. Projeto de Cristiana Castro.


Integrado à sala, o quarto do apartamento tornou-se um aconchegante espaço de leitura. O rebaixo de gesso entrou em cena para disfarçar duas vigas de 45 cm que ficaram à mostra quando as paredes vieram abaixo. O objetivo foi criar um volume suave no teto, no formato de uma moldura, para demarcar o espaço. À noite, a iluminação escondida no vão do gesso cria um belo efeito na parede. Projeto de Carla Pontes


O rebaixo de gesso acartonado resolveu dois problemas nesta cozinha: ocultou o duto da coifa e embutiu a iluminação. Repare que dois rasgos nas laterais do forro abrigam as luminárias – duas dicroicas e uma fluorescente com difusor de acrílico. Rente à parede, foi usada uma junta metálica para trazer a sensação de que o forro está solto. Projeto de Denise Abdalla e Christiane Sacco.


O segundo pavimento deste dúplex é marcado pelo rasgo no formato de U, que toma todo o forro do ambiente. Internamente, a fenda recebeu tinta no tom de concreto, aplicado também na parede da escada. A intenção desse desenho e da cor foi criar um foco de interesse no teto. A iluminação é proporcionada por halógenas AR-70, que se somam à luminária vertical da parede, cujo design esguio remete ao do recorte de gesso. Projeto de Cristiana Castro.


Nesta casa, a luz passeia desenvolta por inesperados recortes e reentrâncias, como é o caso do ambiente que congrega sala de estar e home theater. Abrigadas no forro rebaixado, lâmpadas halógenas dimerizadas garantem aconchego, valorizam as paredes e apresentam alta nitidez na reprodução de cores. Projeto de Henrique Reinach e Maurício Mendonça e projeto luminotécnico de Gilberto Franco e Carlos Fortes.


A tarefa de iluminar requer a avaliação de hábitos, especialmente no quarto de casal – é preciso criar condições para que o parceiro que gosta de ler na cama não atrapalhe o que prefere dormir. Assim, a iluminação indireta do forro, refletida pelo leve rebaixo de gesso nas laterais, não atrapalha quem está na cama, enquanto as luminárias direcionadas garantem um foco preciso. Repare que o desenho do gesso no forro centraliza a cama e dá origem a painéis de faixas horizontais na parede de cabeceira. Projeto de Paula Neder e Alexandre Monteiro.


Neste living, o foco está em destacar com spots direcionáveis e lâmpadas dicroicas alguns pontos, como sofá e peças de arte. Para tanto, a iluminação foi embutida do forro de gesso, que também guarda os trilhos das cortinas. Os detalhes de traços retos e alongados da sanca emolduram o ambiente. Projeto de Alice Martins e Flávio Butti.


Na reforma que uniu dois apartamentos vizinhos, a largura do corredor de entrada duplicou. Para garantir um clima aconchegante e neutralizar a presença do pilar estrutural, foi criado um rasgo no forro com lâmpadas incandescentes tubulares. O efeito curvo confere estilo e movimento ao espaço. Projeto de Liana Nogueira Ortega e projeto luminotécnico de Ana Moraes.


O corredor não parece mais tão alongado com os nichos horizontais no forro que embutem lâmpadas fluorescentes. Os quadrados de luz, acima do rodapé, funcionam como balizadores. Projeto de Miguel Pinto Guimarães e projeto luminotécnico de Inês Benevolo e Mônica Luz Lobo.



Na reforma deste apartamento, a paredes vieram abaixo, integrando estar, sala de jantar e cozinha. Para esconder a viga da cozinha, à mostra em virtude da retirada de uma parede, o teto foi rebaixado com forro de gesso e nele embutiram-se luminárias com lâmpadas fluorescentes compactas. As sancas ganharam iluminação voltada para o teto, e os armários, spots embutidos. O mesmo forro “vaza” para a sala de jantar, onde foram instalados um pendente e spots com lâmpadas minidicroicas. Projeto de Neto Porpino.


A iluminação deste quarto mereceu atenção especial. Embutidos no forro de gesso, spots com lâmpadas dicroicas e AR 48 formam um interessante jogo de luzes, mesclando fachos abertos e fechados. Sobre os criados-mudos, luminárias articuladas de alumínio favorecem a leitura. Projeto de Fernando Piva.


No estar de 25 m², banhado com luz natural que vem das portas de correr da varanda do apartamento, o rebaixo de gesso ganhou três módulos embutidos orientáveis. Uma mangueira ilumina a sanca. Dois nichos de freijó ladeiam a lareira, ressaltada pelo foco de luz projetado pelo spot embutido. Projeto de Katia Hermyt Faria e Andrea Soares Maginador.


Esta sala de TV também funciona como escritório. Assim, a iluminação precisava ser versátil. Além do foco central com tenda de telaflex, as dicroicas são embutidas no forro de gesso e propiciam bom foco para a leitura. O rebaixo percorre o ambiente de ponta a ponta, porém respeita o cortineiro. Projeto de Katia Hermyt Faria e Andrea Soares Maginador.


Na reforma deste apartamento, integração foi a palavra-chave. Com sala e cozinha unificadas e sala de TV separada do quarto apenas por uma porta de correr, seguiu-se um detalhado projeto de elétrica e luminotécnica que previu forro e sancas de gesso para receber iluminação focada feita com spots e lâmpadas dicroicas dimerizadas. Atente para a forma esguia dos rebaixos de gesso, que acabam por compor um jogo de volumes no teto. Projeto do LAB Arquitetos.


Ambientes sem muitos elementos permitem ousadias com o gesso, como é o caso desta sala de jantar que ganhou arte no teto. Três molduras sobrepostas, de espessuras e larguras diferentes, quadricularam o forro, criando simetria com o tampo da mesa, que serviu de guia para essa composição. Projeto de Deborah Roig.


Apaixonado por cinema, o casal desejava um home theater sob medida em seu quarto. Para atender o pedido, a arquiteta planejou o sistema com cuidado: acionado, o telão elétrico desce do rasgo de 1,80 m de comprimento feito no rebaixo de gesso do teto. Quando recolhido, fica totalmente camuflado. As caixas de som foram embutidas na parede, e o projetor, pendurado logo acima da cama. Projeto de Clarissa Strauss.


Sempre que possível, as arquitetas Núria Roso e Lindamar Elias adotam o forro de gesso rebaixado, com luminárias embutidas, em seus projetos de iluminação. Segundo elas, esse recurso possibilita distribuir melhor os pontos e assegura um bom acabamento, dificilmente conseguido com rasgos na própria laje. Um exemplo é esta sala de jantar: além do pendente centralizado sobre a mesa, foram criados focos no forro de gesso que valorizam a textura do painel de madeira.


Projeto dos arquitetos Paula Neder e Alexandro Monteiro, do Rio de Janeiro, o banheiro tem forro de gesso rebaixado com dois recortes. Do rasgo central, fechado por acrílico leitoso, a luz emitida é difusa e aconchegante, para ser usada no banho. Já a bancada, usada para fazer barba e maquiagem, pedia uma luz mais focada, mas sem ofuscar. Por isso, os arquitetos instalaram as lâmpadas no nicho do gesso, evitando assim que a luz incida diretamente sobre os moradores e forme sombras nos rostos.


Contrapor cores e volumes foi a proposta do arquiteto Luis Navarro para o forro desta sala. Para isso, ele pintou a laje de preto, e criou um rebaixo com placas de gesso acartonado fixadas numa estrutura de alumínio. Como a estrutura não aparece, o volume da placa, pintada de branco, parece flutuar. As instalações de iluminação ficam escondidas entre o forro e o gesso.


Ao unir duas salas para criar um ambiente de estar e home-theater, a arquiteta Ana Lucia Siciliano deixou à mostra a viga estrutural. Para disfarçá-la, projetou sancas de gesso que formam “molduras” rebaixadas no forro. Ali, ela embutiu lâmpadas fluorescentes amarelas, que emitem uma luz mais aconchegante. Na área sobre o rack, há spots para iluminação pontual.


Para embutir a iluminação desta cozinha de um apartamento em Belo Horizonte, MG, a arquiteta Márcia Carvalhaes rebaixou o forro com gesso. Dois recortes próximos às paredes abrigam perfis de alumínio que combinam lâmpadas fluorescentes escondidas por acrílicos leitosos – que iluminam de forma geral e difusa – e lâmpadas AR 70 no meio e nas pontas. Estas últimas emitem uma luz mais brilhante e focada, e aparecem também sobre a ilha de trabalho. O projeto de iluminação é da Iluminar.