Como identificar um “puxador de tapete”


Como identificar um “puxador de tapete”

O tema é mais frequente do que se imagina e está em muitas conversas de corredor nas empresas. Afinal, quem nunca teve o tapete puxado no ambiente de trabalho? E quem, de repente, num comentário infeliz não acabou prejudicando o outro na empresa? Complicado, não é mesmo?
Como identificar: “se alguém, deliberadamente, impede o encaminhamento natural de um projeto ou proposta que você desenvolveu, inventa informações a seu respeito, distorce o que você disse, se apropria de suas ideias, não tenha dúvida – é um puxador de tapetes”, explica Reinaldo Polito, que é mestre em ciências da comunicação, palestrante e escritor.

Mas, cuidado, mania de perseguição também existe nesse caso. Se uma pessoa disputa posição e espaço de forma ética, aberta, com base apenas na competência e nas realizações não pode ser vista como puxadora de tapete, mas sim como concorrente leal. “Ter consciência dessa situação é importante para não ficar vendo fantasmas em todo canto”, alerta.

Como combater: Reinaldo esclarece que a atitude a ser tomada deve ser clara e transparente. Segundo ele, se uma pessoa atrapalhar o andamento do trabalho, o ideal é falar com ela. E caso haja críticas em relação ao atraso das tarefas devido ao puxador de tapetes, levantar a questão na reunião é uma boa alternativa. O mesmo vale para aquelas pessoas que falam sem pensar e acabam prejudicando os demais. A melhor solução é conversar e explicar que aquela situação é prejudicial.
Por Lívany Salles

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Telefone na empresa, use com cuidado!


Telefone na empresa, use com cuidado!
No dia-a-dia profissional o telefone é uma poderosa arma. E como toda arma, deve ser muito bem manipulada, pois o uso de forma errada poderá ferir o próprio usuário.

Quem usa o telefone, independente de seu cargo na empresa, faz telemarketing, afinal está representando a empresa. Pelo telefone damos para o cliente, uma primeira impressão à distância, vendemos a nossa imagem.
Não atenda o telefone com “alô”, “o que é”, “hã”, “fala”. Fale o nome da empresa – seu nome – cumprimento (bom dia, boa tarde ou boa noite).
Algumas dicas sempre ajudam:
• Atenda ao segundo toque, com clareza, simpatia e de forma educada.
• Trate o interlocutor pelo seu nome.
• Transfira corretamente as chamadas, resumindo o assunto à pessoa, cuja chamada foi transmitida, dizendo quem está na linha.
• Se o ramal estiver ocupado, dê opções.
• Não deixe o cliente esperando por mais de 30 segundos, pois isso gera insatisfação e ansiedade.
• Sempre que possível faça você mesmo suas ligações, saiba utilizar sabiamente o tempo de seu pessoal, mas quando solicitar para que outro o faça não desapareça.
• Fale sempre no presente.
• Evite: gírias, expressões repetitivas, intimidades, palavras negativas.
Comece a aplicar desde já estes ensinamentos, parece bobagem, mas incorporar este cuidado faz toda a diferença !
Sucesso!
E vamos em frente…

Paulo Queija é Consultor e Coach Empresarial, Diretor da MQS Consultoria e Treinamento Empresarial. Contato – atendimento@mqs.com.br / Tel.: (13) 3288-2946

Aprenda a lidar com os erros


Aprenda a lidar com os erros

Como sabemos tocar um empreendimento, um projeto ou administrar uma carreira não é tarefa para qualquer uma, e como consequência natural, pode se transformar em uma usina de erros. Eventuais, recorrentes, graves ou inofensivos, podem nos levar ao céu ou ao inferno, dependendo da forma como são enfrentados.
Alguns trazem aprendizados, outros a ruína, mas em geral quase todos são contornáveis, desde que tenhamos um método para lidar com eles.
Vamos lá:
1)Uma vez cometido o erro, evite o desespero. Em pânico, sobrevalorizamos suas consequências, inviabilizando uma abordagem racional e ponderada;
2)O rigor com que você encara a condução dos seus projetos é o termômetro principal para identificar os eventuais tropeços. Seja rigorosa (não esqueça que o mercado é rigoroso e implacável), sem perder a consciência de que as bobagens realizadas são parte do processo, o que difere muito de ser paranoica. Em seguida tenha coragem para encará-los e efetivar as correções;
3)Os erros podem ser individuais ou coletivos, mas independentemente de quem os cometeu, saiba identificar os responsáveis (mesmo que você esteja incluída) envolvendo-os na solução ao problema. Isso sensibiliza a equipe sobre as eventuais consequências e ajuda a amadurecer a cultura corporativa;
4)Caso seja você a empresária ou a líder do empreendimento ou projeto em questão, não fuja da responsabilidade pelos equívocos que vier a cometer e os assuma rapidamente;
5)Crie uma cultura onde seus colaboradores, sócios ou parceiros não tenham medo ao assumir erros cometidos, por mais graves que sejam. Pior do que abordá-los clara e francamente é tê-los encobertos por conta do medo de sua reação;
6) Não se esqueça que todo negócio ou projeto atravessará sempre uma curva de aprendizado. Isso é impossível se não houver uma cultura que trate equívocos e tropeções com uma certa (mas naturalmente calculada) naturalidade;
7) Tente documentar ao máximo as situações críticas geradas por conta dos erros cometidos. Isso traz eficiência de processos e calibra procedimentos de segurança;
8)Não permita que os erros tragam influência psicológica suficiente para abalar a sua confiança ou capacidade de ação. Eles são inevitáveis e até necessários em um enfoque de longo prazo, portanto, evite o desespero.
9)As situações de crise, tratadas exclusivamente na mente, são quase sempre muito potencializadas em comparação com a realidade. Desta forma prefira sempre a realidade e fuja das conjecturas.
10)Ao identificar os erros cometidos e conseguir enxergar suas consequências, adote as medidas preventivas e controle os resultados, usando sua energia para viver o presente e construir o futuro.

Gustavo Chierighini, atento observador do universo corporativo, é fundador e publisher da Plataforma Brasil, especializada em informações e conteúdos de inteligência empresarial. http://www.pbrasilnet.com.br