Dificuldade para perder peso pode ser sintoma de outros problemas


Dificuldade para perder peso pode ser sintoma de outros problemas
Tireoide inativa e hormônios descontrolados são algumas das possibilidades

Por Especialistas

Perder peso não é tarefa fácil. Mesmo comendo menos e fazendo exercícios, às vezes nos deparamos com dificuldades para perder os quilinhos extras. A pergunta que fica é: o que pode estar acontecendo? Existem sinais e sintomas que nos falam a possível causa. Aqui vão alguns bloqueadores da perda de peso e algumas sugestões do que fazer para identificá-los:

1. Tireoide inativa
Estudos mostram que o hipotiroidismo subclínico – aquele que não aparece nos exames – é cada vez mais comum, mas a pessoa apresenta todos os sintomas. Se você nota que seu metabolismo está lento, que está ganhando peso sem motivo aparente ou sente muita dificuldade de emagrecer, a sua tireóide pode estar com problemas.

Para saber se algo vai mal, faça exames laboratoriais e veja como está o seu TSH (hormônio estimulante do órgão).Outros sintomas que merecem atenção são: fadiga extrema, aumento da sensibilidade ao frio, intestino lento, queda de cabelo, unhas muito fracas, pele seca, dores articulares ou até depressão.

Para saber se algo vai mal, faça exames laboratoriais e veja como está o seu TSH (hormônio estimulante do órgão). Quanto mais alto estiver, mais provável o fato de a glândula estar trabalhando em modo lento. Pesquisas mostram que não é necessário estar muito acima dos níveis recomendados. O simples fato de estar com taxas acima de dois já é um motivo de alerta.

2. Hormônios descontrolados
Outro problema muito comum entre as mulheres é a Síndrome dos Ovários Poliscísticos (SOP). Embora nem todas com SOP ganhem peso, o excesso de gordura corporal, principalmente na cintura, é comum nesses casos. A mulher apresenta aumento de pelos faciais e corporais, menstruação irregular, acne e até mesmo infertilidade.

O ganho de peso pode ser também um efeito colateral de alguns medicamentos, como antidepressivos, hormônios ou pílulas anticoncepcionais.O ganho de peso é comum, pois o problema caminha lado a lado com a resistência à insulina que, se não tratada, pode levar ao diabetes tipo 2. Em termos práticos, isso significa que a pessoa não processa o açúcar da forma correta e acaba armazenando gordura na região do abdômen.

Para certificar-se de como está o seu metabolismo de açúcares, faça exames laboratoriais e veja como estão os hormônios sexuais, como a testosterona, o estrógeno e a progesterona, além da hemoglobina glicada, ácido úrico e, claro, a taxa de insulina e glicose. O ultrassom dos ovários também faz parte do diagnóstico.

3. Intolerâncias alimentares
Especialistas estimam que intolerâncias alimentares afetam mais de uma em cada 10 pessoas. Muitas vezes elas passam despercebidas, pois não apresentam sintomas imediatos. Quando comemos algo que não é corretamente digerido, porém, o corpo reage com inchaço, diarreia ou constipação, bem como asma leve, eczema ou problemas na pele, dores de cabeça, dores musculares e nas articulações e fadiga. As causas podem ser desde o excesso do consumo do mesmo alimento diariamente ou falta de enzimas digestivas.

Isso tudo desalecera o metabolismo, pois os nutrientes necessários para a energia celular são gastos em outra atividade do corpo. Para perder peso, o intestino deve estar em perfeita condição, pois só assim ele conseguirá absover os nutrientes para que o corpo possa usá-los de forma adequada.

Se você consome laticínios, trigo (até mesmo a farinha de trigo integral), soja, milho, ovos e oleaginosas (nozes, amendoim) em excesso, além de muitos produtos industrializados com conservantes e corantes (todos os produtos em caixinha ou saquinho), você pode estar correndo o risco de inchar cada vez mais.]

4. Medicamentos
O ganho de peso pode ser também um efeito colateral de alguns medicamentos, como antidepressivos, hormônios ou pílulas anticoncepcionais. Eles podem alterar o seu peso em poucas semanas após o início do uso ou até mesmo demorar meses. Em outras palavras, o efeito pode se dar ao longo do uso do medicamento.

O que fazer?
Caso você tenha se identificado com algum dos problemas acima é hora de buscar orientação médica e, principalmente, nutricional. Uma boa nutrição pode ajudar a resolver esses probleminhas por meio de um cardápio funcional com fitoterápicos e suplementos nutricionais. A nutrição funcional pode ajudar muito mais do que você imagina!

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